Relatório do Banco Mundial distorce dados e ignora a realidade do país, alertam especialistas

Dirce Zan | Emmanuel Tourinho | Jamil Cury | Marcelo Knobel | Nelson Cardoso Amaral | Renato Pedrosa | Robert Verhine | Simon Schwartzman

30/11/2017 | Atualizada 06/12/2017 - 10:28
  • Dirce Zan: “A expansão das matrículas na educação básica é dos anos 1990. A transformação é lenta”

[Do Jornal da Unicamp | Texto: Marta Avancini  - Editora da Unicamp - Especial para o JU | Fotos: Antoninho Perri/Antonio Scarpinetti/Reprodução | Edição de imagem: Luis Paulo Silva]


As medidas propostas pelo Banco Mundial para o ensino superior público brasileiro no relatório “Um Ajuste Justo – Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil” revelam desconhecimento sobre a realidade do país, na medida em que se baseiam em premissas e dados equivocados.  Esta é, em linhas gerais, a análise de representantes de organizações e entidades ligadas ao setor.

“O documento faz uma leitura essencialmente econométrica, desconsiderando a legislação e o modo de funcionamento do ensino superior e da educação básica no Brasil”, afirma o vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Carlos Roberto Jamil Cury. Este ponto de partida, analisa, leva a uma visão distorcida e reducionista do ensino superior.  Exemplo disso é a comparação do custo-aluno nas universidades públicas e nas instituições de ensino privadas apresentada no relatório.

Leia a reportagem completa no Jornal da Unicamp.

Acesse artigo de Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás, que analisa o relatório.