A inclusão social na universidade induz a excelência acadêmica

As políticas de ampliação de acesso e permanência no ensino superior público são fundamentais para o desenvolvimento do ensino e da pesquisa no Brasil

Thais Rodrigues Marin | 06/03/2018 | Atualizada 07/03/2018 - 15:36
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[Do NEXO Jornal | Por Mauricio Ernica]

O novo reitor da Universidade de São Paulo, Vahan Agopyan, em entrevista ao UOL Educação, apresentou o que pensa sobre políticas de acesso e permanência na universidade. Segundo ele, as políticas de ampliação do acesso, como cotas e bonificações, levariam à universidade estudantes com deficiências escolares. As políticas de permanência, por sua vez, seriam assistencialistas e escapariam do escopo e da vocação da universidade, motivo pelo qual deveriam ser financiadas e geridas pelo Estado. Entende-se melhor essas afirmações ao se considerar o que, para o reitor, a universidade deve valorizar. Em entrevista à Associação dos Docentes da USP, ele afirmou que a universidade deve atrair os melhores talentos para o seu corpo discente e deve buscar incessantemente a excelência acadêmica.

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